O Estado vai usar os imóveis públicos vazios para habitação?

O Parlamento recomendou ao Governo que os identifique e dê prioridade à habitação acessível. É uma recomendação e não muda a lei.

Quem votou o quê

Projeto de Resolução 982/XVII · Votação final global, 18 de setembro de 2026: Aprovado.

A favor
  • BE
  • JPP
  • PAN
  • PCP
  • L
  • PS
  • IL
Contra
  • CH
Abstenção
  • PSD
  • CDS-PP
Registo oficial da Assembleia da República

Último desenvolvimento

: Publicada no Diário da Assembleia

Atualizado a 5 de novembro de 2026

O essencial

  1. Recomenda um programa para identificar e mobilizar imóveis públicos devolutos, subutilizados ou sem uso que possam servir para habitação, com coordenação entre o Estado, as autarquias e outras entidades públicas.

  2. O inventário abrange a administração direta e indireta do Estado, institutos e empresas públicas, fundos imobiliários públicos, imóveis militares e das forças de segurança sem uso, edifícios ferroviários, hospitalares e escolares e o património da Segurança Social.

  3. Antes de vender, concessionar ou dar outro uso a um imóvel público, recomenda avaliar se serve para habitação. A prioridade vai para habitação a custos controlados, arrendamento acessível, jovens e famílias e profissionais de serviços públicos essenciais, como saúde, ensino, forças de segurança e bombeiros.

  4. Recomenda uma plataforma digital pública com mapa dos imóveis e um relatório anual ao Parlamento com os imóveis identificados e recuperados, o investimento e as casas criadas.

Como chegámos aqui

  1. Debatida e aprovada na generalidade

    É discutida com outras iniciativas sobre custo de vida e habitação e aprovada, sem votos contra.

  2. Aprovada na votação final global
  3. Publicada no Diário da Assembleia

    A resolução sai no Diário da Assembleia da República, II série A, n.º 20, 1.º suplemento.

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Fontes e detalhe4 fontes