O Estado vai usar os imóveis públicos vazios para habitação?
O Parlamento recomendou ao Governo que os identifique e dê prioridade à habitação acessível. É uma recomendação e não muda a lei.
Quem votou o quê
Projeto de Resolução 982/XVII · Votação final global, 18 de setembro de 2026: Aprovado.
- A favor
- BE
- JPP
- PAN
- PCP
- L
- PS
- IL
- Contra
- CH
- Abstenção
- PSD
- CDS-PP
Último desenvolvimento
: Publicada no Diário da Assembleia
O essencial
Recomenda um programa para identificar e mobilizar imóveis públicos devolutos, subutilizados ou sem uso que possam servir para habitação, com coordenação entre o Estado, as autarquias e outras entidades públicas.
O inventário abrange a administração direta e indireta do Estado, institutos e empresas públicas, fundos imobiliários públicos, imóveis militares e das forças de segurança sem uso, edifícios ferroviários, hospitalares e escolares e o património da Segurança Social.
Antes de vender, concessionar ou dar outro uso a um imóvel público, recomenda avaliar se serve para habitação. A prioridade vai para habitação a custos controlados, arrendamento acessível, jovens e famílias e profissionais de serviços públicos essenciais, como saúde, ensino, forças de segurança e bombeiros.
Recomenda uma plataforma digital pública com mapa dos imóveis e um relatório anual ao Parlamento com os imóveis identificados e recuperados, o investimento e as casas criadas.
Como chegámos aqui
Debatida e aprovada na generalidade
É discutida com outras iniciativas sobre custo de vida e habitação e aprovada, sem votos contra.
Aprovada na votação final global
O Plenário aprova o texto final.
Publicada no Diário da Assembleia
A resolução sai no Diário da Assembleia da República, II série A, n.º 20, 1.º suplemento.




