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Dirigente do PS questiona o Governo sobre a compra de 13,7% da REN

O dirigente do Partido Socialista (PS) Filipe Santos Costa questionou o Governo do Partido Social Democrata (PSD) e do CDS – Partido Popular (CDS-PP) sobre a via e os meios usados para adquirir 13,7% da Redes Energéticas Nacionais (REN). Acusou o Governo de provocar um "colapso" na saúde, na educação e nos serviços sociais enquanto faz esta compra. Perguntou de onde vem o financiamento da operação, feita através da Parpública, e como será constituído o fundo soberano anunciado pelo Governo, que ainda não existe formalmente.

Atualizado em 20 de agosto de 2026Leitura completa · cerca de 2 min

O essencial

  1. Filipe Santos Costa, do secretariado nacional do PS, questionou o Governo sobre a via e os meios usados para adquirir 13,7% da REN.

  2. Santos Costa perguntou de onde vem o financiamento da operação, realizada através da Parpública, e como serão a constituição e a dotação do fundo soberano anunciado pelo Governo, que ainda não existe formalmente.

  3. O dirigente socialista acusou o Governo PSD/CDS-PP de provocar um "colapso" na saúde, na educação e nos serviços sociais.

  4. A Pontegadea Inversiones vendeu 91.723.676 ações da REN, correspondentes a 13,7% do capital social, à Parpública, a 14 de agosto de 2026.

Como chegámos aqui

  1. Parpública compra 13,7% da REN à Pontegadea Inversiones

    A Parpública comprou 91.723.676 ações da REN, correspondentes a 13,7% do capital social, à Pontegadea Inversiones, holding de investimentos do fundador da Zara, Amancio Ortega. A operação foi avaliada em cerca de 324,7 milhões de euros e está condicionada à concessão de visto prévio do Tribunal de Contas.

  2. Filipe Santos Costa questiona o Governo sobre a compra da REN

    O dirigente socialista Filipe Santos Costa questionou o Governo PSD/CDS-PP sobre por que via e com que meios adquiriu 13,7% da REN, numa altura em que, diz, o Governo provoca um "colapso" na saúde, na educação e nos serviços sociais.

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Mais pormenores

O que se sabe (1)

  • A operação foi avaliada em cerca de 324,7 milhões de euros e está condicionada à concessão de visto prévio do Tribunal de Contas.

O que convém não confundir

  • Este caso é a intervenção do dirigente do PS Filipe Santos Costa, a 15 de agosto de 2026, e não se confunde com outras declarações de dirigentes do PS sobre o mesmo tema, feitas noutras datas.
  • A venda de 91.723.676 ações da REN pela Pontegadea Inversiones à Parpública, anunciada a 14 de agosto de 2026, é um acontecimento distinto, embora relacionado, das perguntas do PS.