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Emails internos da PJ contrariam versão de Luís Neves sobre custo da destruição do atrelado e uso de carro apreendido

O essencial

Uma investigação do semanário Nascer do Sol, em parceria com a TVI e a CNN Portugal, teve acesso a emails trocados em setembro de 2025 entre elementos da direção da Polícia Judiciária (PJ) que contrariam declarações do ministro da Administração Interna, Luís Neves. Segundo o Jornal de Negócios, que cita essa investigação, Neves tinha justificado, na conferência de imprensa do final de julho, deixar um atrelado e material apreendido à guarda do empreiteiro João Carvalho, da Construbarcelos, com um custo de destruição de cerca de 150 mil euros. Os emails mostram que esse valor visava destruir todos os produtos guardados pela Polícia Judiciária (PJ) em Tires e no Seixal, não só o material entregue à Construbarcelos. Foi também noticiado que Luís Neves utiliza, fora de serviço, um Volkswagen Golf GTD do parque de veículos apreendidos pela Polícia Judiciária (PJ), em regime de comodato.

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